17. Camilla Zampiva, Carlos Schuh Neto, Natasha Sophie Pereira

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RECLICLAGEM DE VEÍCULOS COMO PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE

*Camilla Zampiva

**Carlos Schuh Neto

***Natasha Sophie Pereira

 

Considera-se notável que o desenvolvimento e aperfeiçoamento dos veículos automotores têm aumentado significativamente o montante da frota existente no Brasil e no mundo. Considerando dados de 2017 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística [1], o Brasil possui aproximadamente de 207.660.929 habitantes, sendo que no Estado de Goiás vivem cerca de 6.778.772 pessoas. A frota de veículos está estimada em 93.867.016 unidades em todo o Brasil, e aproximadamente 3.657.750 unidades apenas no Estado de Goiás [2]. Desta forma, verifica-se que para cada 2,2 brasileiros, um deles possui carro, e para o Estado de Goiás, esta proporção é de um carro para cada 1,85 pessoas.

Maoski [3] afirma que o veículo é um bem que possui valores diversos ao seu proprietário, é usado como meio de transporte, lazer e diversão, porém, com o tempo ele acaba se tornando um fardo, seja por falta de manutenção, excesso de multas e infrações, ou outros fatores que levam à deterioração do bem móvel. Um veículo retido em situação crítica, seja por qualquer dos fatores citados anteriormente, é levado para um depósito do departamento de trânsito, e lá permanece, pois, o ônus para recuperá-lo, muitas vezes ultrapassa seu valor comercial. Uma vez nos depósitos, estes veículos continuam a se deteriorar, e com isso, prejudicam ainda mais o meio ambiente, liberando contaminantes na atmosfera, compactando o solo, entre outros [4].

O primeiro automóvel foi criado por um engenheiro de guerra francês em 1770, porém, o modelo criado em 1886 por Karl Benz e Gottlieb Daimler é considerado como o precursor dos veículos automotores existentes atualmente devido ao sucesso da experiência realizada com a instalação do primeiro motor a gasolina [5]. A popularidade dos automóveis vem aumentando vertiginosamente, chegando, em 2014, a uma produção mundial de 89,7 milhões de unidades [6].

Atualmente, a sociedade e o meio ambiente correm grandes riscos devido aos veículos que circulam em situação irregular, que podem apresentar problemas mecânicos como falhas, que estão suscetíveis a provocar graves acidentes e têm alto índice na emissão de poluentes (compostos orgânicos voláteis e o material particulado). Os efeitos nocivos de tais emissões são bastante perceptíveis, pois afetam diretamente a saúde da população, principalmente em áreas urbanas, devido a maior concentração de veículos em circulação. Os compostos orgânicos voláteis emitidos pelos automóveis são motivo de grande preocupação, devido serem altamente reativos e interferirem na química do ambiente, e as partículas também necessitam de atenção especial por terem a capacidade de modificar o clima em escala local e global, por afetarem a visibilidade atmosférica, por influenciarem negativamente na saúde humana quando suspensas na atmosfera e por terem a capacidade de transportar substâncias poluidoras para ecossistemas terrestres e aquáticos [7].

Segundo Passos [4], além dos combustíveis, diversos outros componentes de um veículo podem ser contaminantes para o meio ambiente, como é o caso das baterias que provocam a contaminação do solo, pois possuem chumbo e ácido; dos componentes elétricos e eletrônicos por meio de metais pesados e dioxinas; do catalisador e componentes pirotécnicos, pois são compostos de metais pesados e metais nobres (recursos não-renováveis), como platina; dos lubrificantes e combustíveis em geral que provocam a contaminação do solo e da água por óleos, além de componentes tóxicos nocivos; do fluído hidráulico de freios por meio de componentes químicos diversos; e do fluído de ar condicionado que provoca danos à camada de ozônio, o que aumenta o efeito estufa.

Os impactos ambientais provenientes do descarte inadequado de veículos se evidenciam pela compactação do solo e contaminação do solo devido aos fluídos que escoam de forma incontrolável nesses casos [8]. A compactação do solo é caracterizada pelo impedimento mecânico ao crescimento de raízes e à redução da infiltração e movimento de água no solo [9]. O número de veículos que são encaminhados para o depósito do departamento de trânsito é extenso, a quantidade de carros amontoados cresce a cada dia, pois a quantidade de veículos que se envolvem em acidentes e são retidos em situação irregular todos os dias é muito grande. O peso de um veículo de passeio é aproximadamente uma tonelada, não é possível quantificar o número exato de veículos que são amontoados uns sobre os outros, mas supondo que existam cinco carros amontoados, teríamos cinco toneladas em menos de 6 m², aproximadamente [4]. Em termos de contaminação do solo, cita-se os fluídos que tornam o solo improdutivo e prejudicam o lençol freático da região, a ferrugem dos veículos que é incontornável devido a exposição às variadas condições climáticas, além de prejudicar o solo e a rede fluvial, também tornam as peças do veículo desvalorizadas para serem comercializadas [9].

Os veículos retidos pelo departamento de trânsito, são encaminhados para depósitos e lá permanecem até que o proprietário regularize a condição determinante para a retenção [10]. Os carros considerados sucata, que não são recuperados pelos proprietários no prazo estabelecido, são encaminhados para leilão. Porém, até que exista a tramitação do leilão de forma correta, pode decorrer um longo período, e o veículo estará, durante a espera pelo leilão, contribuindo para a poluição do local onde está armazenado [8].

O termo reciclagem é utilizado para designar o reaproveitamento de materiais beneficiados como matéria-prima para um novo produto. Devido estar constantemente sendo melhorada, a reciclagem está se destacando como uma atividade econômica, contribuindo significativamente como um setor importante em termos de geração de renda, de emprego e de tecnologia [11]. Praticamente todos os materiais que compõem os automóveis podem ser reciclados, o vidro, os metais como alumínio e aço e os diferentes tipos de plásticos [4]. A reciclagem dos materiais que compõem um veículo automóvel se faz necessária, pois proporciona a minimização da utilização de matérias-primas de fontes naturais e a redução da quantidade de resíduos encaminhados para a destinação final, que atualmente são os depósitos de veículos administrados pelo departamento de trânsito de cada Estado. A reciclagem também traz economia durante o processo de reaproveitamento dos materiais, pois os custos com água e energia são menores se comparados ao do processamento de matéria-prima virgem [12].

A reciclagem de veículos automotores considerados sucatas, estejam estes em depósitos, vias públicas, garagens particulares ou trafegando irregularmente, é necessária devido aos elevados índices de poluição que estes veículos depositam no meio ambiente [8]. Os veículos retidos que estão amontoados nos depósitos do departamento de trânsito do Estado, ou estacionados em outros locais, podem ser considerados fontes de poluição, pois, na grande maioria dos casos, se encontram expostos à chuva e sol, provocando rápido desgaste de seu material. Metais em geral, plásticos, borrachas, espumas, tecidos, carpetes, forrações e vidros são materiais que devem ser reaproveitados, pois são produzidos a partir de recursos não-renováveis, são utilizados por vetores urbanos para proliferação e, em relação aos depósitos públicos, ocupam espaço e possuem um custo fixo ao Estado [4].

Além da possibilidade monetária da reciclagem, ainda existem os fatores ambientais, visto que existe a contaminação do solo por meio dos fluídos contaminantes liberados pelo automóvel, como é o caso dos combustíveis, estes possuem compostos tóxicos tanto ao meio ambiente quanto ao ser humano, que tem ação depressora do sistema nervoso central. O composto mais tóxico é o benzeno, considerado uma substância comprovadamente cancerígena e que pode provocar leucemia [13].

 

Análise e Discussão

Apesar da composição dos veículos variar em função da idade, modelo, tecnologia, e do fabricante, os principais materiais utilizados na fabricação de automóveis são metais, plásticos, borrachas e vidros [4]. Dentre estes, o que representa a maior parte de um automóvel é o metal, que assume aproximadamente 68% do veículo [8]. Os materiais que compõem os automóveis podem ser reaproveitados em até 100% dependendo do método de separação das partes e peças. Os metais, além de representarem a maior soma do total de materiais de um veículo automóvel, possuem grande facilidade de reutilização, pois, comparado a outros materiais, pode ser reaproveitado infinitas vezes mantendo as mesmas características, com baixo custo e alta eficiência no processo [14].

A fim de levantar dados para esclarecer alguns pontos de interesse para este trabalho, foi realizada uma entrevista na Comissão Especial de Leilão da Secretária de Segurança Pública e na Comissão Especial de Leilão do Departamento de Trânsito, ambas do Estado de Goiás, Brasil. Atualmente, os depósitos do departamento de trânsito do Estado de Goiás possuem aproximadamente 10.220 automóveis retidos e cadastrados para leilão pela Secretaria de Segurança Pública e 15.885 automóveis retidos e cadastrados para leilão pelo departamento de trânsito do Estado. Somente os veículos considerados sucatas são leiloados para fins de reciclagem, ou seja, supondo que metade dos veículos retidos sejam considerados sucata e o valor aproximado de R$600,00 por veículo reciclado, é possível arrecadar R$15.663.000,00 com a reciclagem dos materiais destes carros.

A sociedade precisa se conscientizar que não existe o termo “jogar fora”, todos os materiais descartados pelos seres humanos são depositados em locais que afetam a vida de todos, tanto dos seres humanos quanto da fauna e flora existente. Os materiais poluem o solo, o lençol freático e o ar que as pessoas respiram. A proposta de reciclar todos os materiais que as pessoas descartam se torna interessante por diversos fatores, o principal é a responsabilidade, respeito e consciência de que o meio ambiente que hoje é considerado inabitado e vira local de descarte, pode ser amanhã local necessário para expandir a cidade onde está localizado. Outro motivo é o tempo que os materiais levam para se decompor no meio ambiente, tem-se também a quantidade de material que a sociedade gera todos os dias, tornando maior a necessidade de criação e aumento de aterros sanitários, por fim, e não menos importante, temos a geração de emprego e renda a partir dos materiais que podem ser reciclados. Muitas pessoas podem ser beneficiadas pela criação de emprego, além das indústrias serem beneficiadas de material reciclado, mais econômico que os materiais virgens [15].

É fundamental que o governo adote medidas para tornar a renovação da frota possível, como beneficiar as indústrias automobilísticas com redução de impostos quando utilizarem materiais recicláveis de outros veículos. Com essa medida, a indústria poderia tornar a venda de seus veículos mais barata, passando a ser mais acessível aos consumidores o produto final [16]. A renovação da frota de automóveis por modelos mais sustentáveis, principalmente os modelos que são movidos por meio de energias renováveis, traz excelentes benefícios, podemos citar um menor índice de poluição a nível local e global, economia de combustível, maior segurança para motoristas e pedestres, movimento da economia em todos os setores ligados direta e indiretamente ao processo de produção de automóveis e a geração de empregos dentro da indústria automobilística se estendendo às outras indústrias que beneficiam o processo com matéria prima, equipamentos e acessórios [17].

A sustentabilidade do ato de renovação em si é benéfica, pois a retirada de circulação de veículos com alto índice de poluição e a substituição destes por veículos mais sustentáveis, como veículos movidos à energia solar, energia elétrica e outras fontes de energia renováveis e com baixo índice de poluição, a construção destes com matéria prima reciclada e a inserção de componentes que melhoram o desempenho e diminuem o consumo de combustível, tornam o uso do automóvel mais consciente e enfraquece a tese que argumenta que o uso do automóvel deve ser restringido devido aos poluentes que os veículos emitem [18]. Esta tese, apesar de se embasar em evidências verdadeiras, aponta como recurso para sanar o problema algo que é impossível de ser colocado em prática na atualidade. A solução para os malefícios que os veículos automotores representam hoje para a sociedade deve partir do pressuposto que tal meio de transporte é insubstituível, deve ser melhorado para sanar os problemas que causa e ter também um fim sustentável a partir do momento que for considerado obsoleto [5].

 

Considerações Finais

Ao verificar as proporções da quantidade de veículos por pessoas, percebe-se que é imprescindível a adoção de políticas públicas relacionadas à implantação de medidas para a reciclagem de veículos que se encontram em circulação, porém, em estado de inviável recuperação. O ideal seria que estes veículos fossem encaminhados para a reciclagem de seus componentes para que fosse possível obter lucro através das peças que podem ser reutilizadas e comercializadas, desta forma, seu material não acabaria por se tornar fonte de poluição ao meio ambiente através de seus contaminantes ou por compactarem o solo quando amontoados em depósitos do departamento de trânsito.

A reciclagem dos veículos automotores é a melhor opção para que a renovação da frota aconteça. Os automóveis novos devem atender a quesitos sustentáveis para que a renovação da frota seja benéfica do ponto de vista ecológico, ou seja, para que o espaço seja suficiente para o bem-estar das pessoas e dos organismos vivos, à sua sobrevivência e à realização de suas funções vitais. A qualidade do meio ambiente deve ser preservada e é partindo deste pressuposto que os veículos devem ser desenvolvidos e aprimorados. Desta forma, o Estado se beneficiaria da reciclagem dos automóveis retidos nos depósitos do departamento de trânsito e também da renovação da frota, as indústrias se beneficiariam, assim como o ser humano e o meio ambiente.

 


Referências

[1] IBGE. Estimativas da população residente no Brasil e unidades da federação com data de referência em 1º de julho de 2017 [bando de dados da Internet]. Rio de Janeiro: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – Diretoria de Pesquisas – DPE; 2017 [acesso 28 set. 2017]. Disponível em: ftp://ftp.ibge.gov.br/Estimativas_de_Populacao/Estimativas_2017/estimativa_dou _2017.pdf.

[2] DENATRAN. Frota de veículos [banco de dados da Internet]. Brasília: Departamento Nacional de Trânsito – Relatórios Estatísticos; 2016 [acesso 28 set. 2017]. Disponível em: http://www.denatran.gov.br/ index.php/estatistica/610-frota-2017.

[3] Maoski F. Ter um carro é: a percepção sobre o significado do carro e o comportamento do condutor [monografia na Internet]. Curitiba: Universidade Federal do Paraná; 2014 [acesso 16 out. 2017]. Disponível em: http://www.humanas.ufpr.br/portal/psicologiamestrado/files/2014/12/Fabricio-Maoski-disserta%C3%A7% C3%A3o1.pdf.

[4] Passos ER. Reciclagem de automóveis [monografia na Internet]. São Caetano do Sul: Escola de Engenharia Mauá, Centro Universitário do Instituto Mauá de Tecnologia; 2013 [acesso em 29 set. 17]. Disponível em: http://maua.br/files/monografias/completo-reciclagem-automoveis-161657.pdf.

[5] AEAARP. A história e a genialidade do automóvel [recurso eletrônico]. Ribeirão Preto: Associação de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Ribeirão Preto, Ano IX, nº 250; 2016 [acesso 29 set. 17]. Disponível em: https://www.aeaarp.org.br/images/revista/20160513_163532_painel-250.pdf.

[6] SEBRAE. Mercado automotivo no Brasil [recurso eletrônico]. Brasília: Serviço Brasileiro de apoio às Micro e Pequenas Empresas – Boletim de Inteligência; 2015 [acesso 29 set. 17]. Disponível em: http://www.bibliotecas.sebrae.com.br/chronus/ARQUIVOS_CHRONUS/bds/bds.nsf/f9087ff9c7f6da378eb8fb1f151fc79e/$File/5792.pdf.

[7] Oliveira MAC, Shinohara AH, editores. A experiência com gás natural/GLP no polo gesseiro do Araripe, PE [monografia na Internet]. Recife: Centro de Tecnologia e Geociências, Universidade Federal de Pernambuco; 2014 [acesso 18 set. 2017]. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/S0366-69132014000200013

[8] Coimbra NS. Sistema de reciclagem e veículos em final de vida: uma proposta ambientalmente mais sustentável para o cenário brasileiro [monografia na Internet]. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Escola de Engenharia; 2017 [acesso 29 set. 17]. Disponível em: https://www.lume.ufrgs.br/ bitstream/handle/10183/163266/001024249.pdf?sequence=1.

[9] Richart A, Tavares Filho J, Brito OR, Llanillo RF, Ferreira R. Compactação do solo: causas e efeitos [monografia na Internet]. Londrina: Universidade Estadual de Londrina; 2005 [acesso 10 out. 2017]. Disponível em: http://www.uel.br/proppg/portal/pages/arquivos/pesquisa/semina/pdf/semina_26_3_19_7.pdf.

[10] TSE. Resolução Nº 623, de 6 de setembro de 2016 [recurso eletrônico]. Brasília: Diário Oficial da União; 2016 [acesso 09 out. 2017]. Disponível em: http://sintse.tse.jus.br/documentos/2016/Set/8/resolucao-no-622-de-6-de-setembro-de-2016.

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[12] ABRE. Reciclagem [recurso eletrônico]. São Paulo: Associação Brasileira de Embalagem; 2017 [acesso 29 set. 17]. Disponível em: http://www.abre.org.br/setor/apresentacao-do-setor/reciclagem/.

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[15] Ciarlo FSP, Rocha GV, Pacheco LMP. Resíduos sólidos: decomposição de materiais [monografia na Internet]. São Paulo: Universidade de São Paulo; 2011 [acesso 10 out. 2017]. Disponível em: http://www.cdcc.usp.br/maomassa/mostras/2011/trabalhos%20completos/Trabalho-36.pdf.

[16] CNI. Indústria automobilística e sustentabilidade [recurso eletrônico]. Brasília: Confederação Nacional da Indústria; 2012 [acesso 10 out. 2017]. Disponível em: https://static-cms-si.s3.amazonaws.com/ media/filer_public/a3/27/a3276293-13eb-4210-9316-696ff6d94950/20131002175420378115i.pdf

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[18] Drumm FC, Gerhardt AE, Fernandes GD, Chagas P, Sucolotti MS, Kemerich PDC, autores. Poluição atmosférica proveniente da queima de combustíveis derivados do petróleo em veículos automotores [monografia na Internet] Santa Maria: Universidade Federal de Santa Maria; 2014 [acesso 18 set. 2017]. Disponível em: http://dx.doi.org/10.5902/2236117010537.

 


 

 

 

*Camilla Zampiva – Graduada em Engenharia Mecânica pelo Centro Universitário de Anápolis, UniEVANGÉLICA. Brasil. camillazampiva@gmail. com

 

**Carlos Schuh Neto – Graduado em Engenharia Mecânica pelo Centro Universitário de Anápolis, UniEVANGÉLICA. Brasil. schuhcarlos@gmail.com

 

 

***Natasha Sophie Pereira – Doutoranda em Geografia pela Universidade de Brasília, UnB; Mestre em Ciências Ambientais pelo Centro Universitário de Anápolis, UniEVANGÉLICA; Docente no centro Universitário de Anápolis – UniEVANGÉLICA. Brasil. natasha.sophie@gmail.com

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